Quarta-feira, Abril 05, 2006




Tá chegando, tá chegando!

Será que Mila ganha ingresso? Se ela não ganhar, também ninguém merece! =P

Cristal (a.k.a. Cris) - 11:52 AM

Quinta-feira, Novembro 24, 2005


De volta a vida blogueira. Dessa vez não estou sozinha, mas sim com essas duas amigas que eu tanto amo. Estou aqui pra falar de tudo, tudo o que gira nessa minha mente que, vira e mexe, viaja em cada pensamento... que eu vou te contar!!! Sejam bem vindos, e, como diria o Sgt.Pepper, I hope you enjoy the show!!!

Ao som de "Paranoid Android" - Radiohead

Lucy Elliott - 7:50 PM

Terça-feira, Novembro 22, 2005


Momentos, olhares e outras pretensões

De vez em quando acontece alguma coisa nas nossas vidas que nos faz mudar a forma como encaramos o mundo.

Saí da sala de projeção de Elizabethtown disposta a mil coisas, desejando outras mil.
O cara do filme, sujeitinho bobo pelo qual eu me apaixonaria facilmente, tinha acabado de protagonizar um grande fracasso na sua carreira quando, literalmente a uma pedalada da morte, recebe a notícia de que seu pai morreu.

De repente tudo fica em suspenso e ele decide cumprir com suas obrigações de filho, indo até a cidadezinha do pai, a tal Elizabethtown, para, depois, acabar com a sua vida.
Claro que ele não vai se matar no final; e o filme nos mostrará, então, porquê a vida vale a pena mesmo quando se é um fracasso nacional. E, principalmente, porque não devemos desperdiçar nossos momentos.

Mas o que é um momento? Quando alguém nos dá um sorriso, sincero, e a gente retribui, de forma talvez ainda mais sincera. Isso é um momento.

Quando sua mãe te chama pra jantar, e você, mesmo querendo continuar um pouco na net, vai. Isso é um momento.

Quando você abre novamente seu coração pra alguém que já lhe machucou muito antes. Isso é suicídio, mas também é um momento.

O sujeito boa praça de Elizabethtown fala de algo que eu sempre reparei, os “últimos olhares”. Último olhar é aquele que alguém lhe dá quando acha que nunca mais vai lhe ver. Não importa se vocês acabarem se cruzando meia hora depois. O último olhar é dado quando alguém realmente acredita que não lhe verá mais. É um olhar condescendente, saudoso, uma tentativa de guardar na memória alguma coisa da pessoa que não se verá mais. E é, acima de tudo, um momento. Talvez por isso eu goste deles. Mas não os quero por enquanto.

Quero agora os momentos, os grandes e os pequenos, intimistas, que nos marcam sem a gente nem perceber. Quero ser, sentir, acontecer, fazer, transformar... Às vezes a gente esquece que viver vale mais a pena quando nos permitimos nos apaixonar pelas coisas que nos cercam, olhar as coisas com expectativa, com esperança, com ardor. Quebrar a cara pode ser um saco, mas é um momento.
E que venham os momentos!

* Ao som de Elton John, My father's gun.

PS: Júlia, terceiro vértice deste triângulo, sumiu da net e do mundo. Mona, que todos sabem muito bem quem é, está sem internet em casa. Então, por hora, me aguentem. A mim e aos meus “monólogos”.

Cristal (a.k.a. Cris) - 3:47 PM

Segunda-feira, Novembro 21, 2005


Vencendo a timidez ou Aos meus amigos

“Era uma vez uma garotinha que vivia num mundo que só ela conhecia, um mundo paralelo, visitado por muitas outras pessoas, mas que cada um via do seu jeito. Era um mundo de personagens diferentes, de lugares estranhos, de sonhos mágicos e muitas vezes inalcançáveis. Ela vivia feliz assim, no seu mundinho, na certeza de que tudo aquilo, por mais irreal que fosse, sempre lhe seria fiel, e nunca lhe deixaria sozinha, nunca deixaria as coisas mudarem. Porquê essa garotinha, uma menininha branquinha de três pintinhas pretas no rosto, morria de medo de mudanças.

Até que um dia ela começou a achar que podia encontrar no mundo à sua volta, algumas coisas que ela só tinha no mundo dentro dela. E, então, juntou toda a sua coragem e foi tentar buscar.
Dar o primeiro passo foi complicado e a garotinha quase desistiu. Doeu ver seu mundinho tão seguro ser trocado por um outro tão diferente, de cores mais fortes, menos amenas, mais perigosas. Tudo era tão diferente que ela, muitas vezes, teve a certeza de que não se adaptaria e teve medo de continuar por lá.

Um dia, esse medo venceu a coragem e ela tentou voltar pro seu mundinho, tentou deixar pra trás tudo de novo que tinha conhecido, retornar a segurança que ela acreditava existir dentro dela. Mas foi então que ela percebeu que já não era mais tão simples, tão fácil. Alguma coisa havia mudado, e aquela segurança toda já não lhe era suficiente, não lhe deixava mais feliz. Então, ela respirou fundo, bem fundo, e entrou mais uma vez naquele mundo que já não era mais tão estranho e que, de certa forma, mesmo sem ela saber, já era uma parte sua.

Acontece que, quando a garotinha ressurgiu do outro lado, ela já não era mais só uma garotinha. Em algum lugar, em algum momento de suas idas e vindas algo de muito importante tinha acontecido e nada era mais igual. Olhou, esperançosa, para trás e não conseguiu achar sua segurança... Olhou pra si mesma e não conseguiu se reconhecer... Onde tinha ido parar tudo aquilo que ela acreditava? Onde estariam suas certezas? E seus sonhos, que já não eram mais os mesmos?

Então a garotinha, que já não era mais garotinha, pela última vez nessa história, sentiu medo, muito medo. Medo de não conseguir encontrar jamais o seu mundo seguro, medo de não se adaptar àquela nova realidade, medo de ser triste, medo de ser sozinha. E tudo, de repente, ficou escuro, muito escuro, e ela começou a tatear querendo encontrar qualquer coisa que lhe trouxesse paz. E ela encontrou, perdida no escuro, como a dela, outra mão, e dessa mão, surgiu o corpo de outra garotinha que já não era mais garotinha. Ela ficou muito feliz e, sem pensar, apertou forte essa outra mão perdida no escuro. E procurou mais outra, e achou a mão de um garotinho, que também não era mais garotinho. Ele tinha um olho tão, mas tão claro, que algumas coisas a sua volta começaram a clarear também. E, quando ela virou mais uma vez pra trás, conseguiu ver aquele seu velho mundinho, tão distante, tão plácido, tão irreal que ela teve a certeza de que não queria mais voltar, não agora.

Foi então que, de uma forma que não se pode explicar como, a garotinha que não era mais garotinha sentiu uma onda de alegria muito grande, e, não mais que de repente, ela se sentiu segura. O mundo a sua volta continuava um pouco escuro, confuso, mas ela tinha a certeza de que queria continuar nele. Apertou forte as duas mão ao seu redor e deu o segundo passo, aquele que seria o primeiro de muitos que ela ainda teria que dar. Mas agora já estava tudo bem, ela estava cada vez mais certa de que, por mais que seu mundinho lhe fosse agradável e seguro, lá ela estava só, e, segurando as duas mãos, ela teve a certeza de que, depois de tanto tempo, estar só, era a última coisa que ela podia querer. Então ela seguiu em frente, no escuro."

* Ao som de Los Hermanos, Horizonte distante.

Cristal (a.k.a. Cris) - 2:07 AM

Sexta-feira, Novembro 18, 2005


Depois de um dia longo e árduo trabalhando neste template, só me resta agradecer a Bart, sr. dos Cones e salvador deste blog!

Turbinas ligadas... O barulho vai começar.

Cristal (a.k.a. Cris) - 1:57 AM

Domingo, Novembro 06, 2005


Começando

Este é o nosso primeiro post.
Na verdade, o meu primeiro post.
O que dizer?
Que mensagem deixar para a posteridade?
Por hora, nada.
Apenas feliz por começar um blog com essas duas mulheres, quase meninas, grandes amigas que eu amo.
O resto fica pra depois.

Cristal (a.k.a. Cris) - 10:29 PM

Celine Arnold

Lilith Harrison

Lucy Elliott




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